Rede de Intercâmbio Agronômico da Amazônia - Rede INTERAGRO/Rede Agrárias do Amazonas
Igor Bahia, Presidente; Pedro Chaves, Vice-Presidente; Rodolfo Pessoa, Diretor Executivo da Rede Agrárias
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Visualização dos artigos postados: Fevereiro 2009
DATER disponibiliza mais de 300 tecnologias de base Agroecológica

Clique em http://www.pronaf.gov.br/dater/index.php?sccid=1976 para acessar.
Manejo de solos, plantas de cobertura, diferentes caldas e biofertilizantes, manejo de pragas e doenças, inseticidas naturais e biológicos, práticas para a produção ecológica de leite e de pecuária ecológica, controle de ecto e endoparasitas dos animais estão entre os assuntos disponibilizados.
Segundo o coordenador-geral do Departamento, Francisco Caporal, este trabalho é resultado de um esforço da equipe de Formação de Agentes de Ater do Dater e visa atender uma demanda dos extensionistas, já que há muita tecnologia disponível para consulta, mas de forma dispersa, o que dificulta a pesquisa e a apropriação destes conhecimentos por parte dos agentes de extensão, agricultores e professores que têm interesse nesta área.
Esta ação é resultado da colaboração de vários pesquisadores da Embrapa, de Organizações Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Oepas) e de extensionistas rurais de entidades governamentais e não governamentais, que desejam contribuir para a aceleração dos processos de transição agroecológica na agricultura familiar.
Os interessados em disponibilizar novas tecnologias de base ecológica no sítio do Dater, devem enviar o material por email para: francisco.caporal@mda.gov.br.
Redes Temáticas de Assistência Técnica e Extensão Rural
Clique para conhecer: http://comunidades.mda.gov.br/dotlrn/clubs/redestematicasdeater
É um espaço colaborativo organizado pelo MDA, em conjunto com as organizações de Ater credenciadas no Sistema Nacional Descentralizado de Assistência Técnica e Extensão Rural – SIBRATER, em parceria com a Pesquisa Agropecuária, Universidades e organizações dos agricultores familiares.
Seu principal objetivo é promover a construção coletiva do conhecimento e disponibilizar informações técnicas e científicas, propostas tecnológicas e experiências exitosas, nas diversas temáticas relevantes para a Agricultura Familiar e o Desenvolvimento Rural sustentável.
É o resultado da ação das Redes Temáticas de Ater, formadas por agentes de Ater, pesquisadores, acadêmicos e agricultores familiares.
Fonte: MDA - Ministério do Desenvolvimento Agrário
Dez mil mudas de guaraná serão cultivadas nas comunidades rurais de Urucará (a 270 quilômetros de Manaus) até março.
A idéia é alavancar a produção do fruto, que tem alto valor no mercado internacional. A afirmação é do deputado Eron Bezerra, titular da Secretaria de Estado da Produção Rural (Sepror), que esteve no município na manhã de ontem (05). A doação faz parte do Programa de Revitalização do Guaraná.
Na semana passada, a Sepror fez a doação de 20 mil mudas de guaraná para os produtores de Maués. As mudas são cultivadas em viveiro com tecnologia da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa). A novidade é que a tecnologia garante mais produtividade e menos desmatamento. Sem a fórmula, o agricultor só consegue extrair 150 quilos de cada hectare. Com a adaptação da Embrapa, a produtividade vai para 1 tonelada de guaraná produzida na mesma área.
"A demanda pelo produto é crescente. Nossa intenção é ampliar a produção. Para isso, já encomendamos 200 mil mudas para distribuir em todo o Amazonas, com foco nos municípios aonde a cultura já é desenvolvida", explica Bezerra. Além de Maués, o guaraná já tem produção em Apuí, Urucará, Boa Vista do Ramos e Barreirinha. Cada muda é comprada pelo Governo do Estado por R$ 4,50.
O quilo do guaraná orgânico (sem agrotóxicos) vale, na Europa, cerca de R$ 40. "Isso significa R$ 40 mil por safra. É melhor condição de vida para o produtor, cuja família não tem condições de manejar sozinha sete hectares e acaba tendo uma renda irrisória com 150 quilos de guaraná", diz Bezerra.
De acordo com o prefeito de Urucará, Fernando Falabela, no ano passado a produção de guaraná ultrapassou 60 toneladas e gerou R$ 12 milhões de renda para os 268 agricultores da cidade. "Com incentivo, a mesma área produz o dobro de guaraná", afirma.
Atualmente, o guaraná amazonense é vendido para a Europa (Guaraná do índio), para o mercado local (Ambev, Coca-Cola, Recofarma) e também para indústrias produtoras de refrigerante e produtos alimentícios de todo o Brasil.
Em grãos, o quilo do guaraná vale R$ 30. Quando beneficiado (em pó) seu preço dobra e aumenta o lucro do produtor.
Fonte: http://www.sepror.am.gov.br/index.php?noticia=16

05/05/2009 @ 13:10:33
por Herodilson